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A Região Oceânica de Niterói ainda é bastante desconhecida, apesar de todas as suas belezas. Situada no lado oposto ao Rio de Janeiro na Baía de Guanabara, Niterói é mais conhecida pelo MAC (Museu de Arte Contemporânea), desenhado pelo grande arquiteto Oscar Niemeyer, e pela UFF (Universidade Federal Fluminense). A cidade também foi a capital do estado do Rio de Janeiro quando ainda existia o estado da Guanabara. Niterói também é a cidade com o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do estado do Rio de Janeiro.

Apesar de todos os itens que contam a seu favor, a Região Oceânica de Niterói ainda é relativamente desconhecida, sendo reservada para quem mora em Niterói ou cidades próximas, como São Gonçalo. A praia mais famosa para quem não é local sem dúvida é Icaraí – praia de frente para a Baía de Guanabara, em que a água é poluída.

 

Mas a vista para o Rio de Janeiro é extremamente linda e muito reconhecida.

Um motivo para as praias de Niterói serem desconhecidas é a distância – para quem não mora em Niterói ou na região, é simplesmente longe demais. E o transporte até lá não é dos melhores. A Praia de Itacoatiara, por exemplo, favorita dos niteroienses e um lugar paradisíaco, fica a quase uma hora do Centro de Niterói, de ônibus.

 

E como é proibida a entrada de veículos na praia, é preciso saber de antemão em que ponto de ônibus parar, ou contar com a boa vontade e memória do cobrador e/ou motorista para lhe lembrar qual o ponto correto. Já quem vai de carro tem o problema do estacionamento: é preciso chegar cedo para conseguir uma vaga. Para quem mora longe, isso significa sair de casa de madrugada.

Mas a população de Niterói adora que suas praias sejam desconhecidas e o fato de que chegar lá seja uma aventura. Isso evita que as praias encham muito e, principalmente, lotem de turistas. Assim, as praias continuam meio vazias, tranquilas, perfeitas para um dia de sol. Enquanto isso, lá do outro lado da Baía, as praias do Rio de Janeiro estão lotadas, quase sem lugar para se mexer.

Aqui neste e-book você vai aprender um pouco mais sobre a Região Oceânica de Niterói, suas belezas, histórias, e como chegar às praias. Este e-book é um guia para um paraíso praticamente desconhecido, mesmo estando ao lado da segunda maior cidade do país, e tendo sido um dia capital do estado do Rio de Janeiro.

 

Praia de Piratininga

Para muitas pessoas, praia remete à calmaria, imensidão, contemplação, natureza, diversão e descanso. Não há como negar que é uma possibilidade barata e propícia de passeio, visto que oferece locais de descanso, alimentação e lazer. A economia também demanda destinos mais baratos, por isso, a praia é uma boa pedida. Além disso, praia é característica do nosso país tropical.

O litoral brasileiro abrange mais de 7.350 km e abriga praias para todos os estilos: ilhas, desertas, urbanas, selvagens, com água mais quente, com água mais fria, com ondas mais acentuadas ou com o mar mais calmo, para famílias ou para festas e também para esportes ou para descanso.

Rio de Janeiro e Niterói

A Região Sudeste, onde está o estado do Rio de Janeiro, abriga as praias com as águas mais frias da costa brasileira, porém o clima por lá é temperado o ano todo.

Nesse estado está concentrada 8.4% da população do país. Entre seus polos urbanos está o município de Niterói, com aproximadamente 500 mil habitantes, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Niterói faz parte da microrregião do Rio de Janeiro, que está dividida em 16 municípios, somando quase 12 milhões de habitantes. O nome Niterói vem da palavra tupi Nitcheroy, que significa “água escondida por causa de sua posição estratégica”. Algumas pessoas a chamam de “refúgio” por ser escondida de tudo.

Niterói é uma cidade bem situada, com altos níveis de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), o que facilita os negócios e beneficia seus moradores, e com população hospedeira. É também grande atrativo de turismo no Brasil e no próprio estado, sendo a terceira cidade do Rio de Janeiro que mais recebe visitantes, ficando atrás de Búzios e da cidade de Rio de Janeiro.

 

Esse sucesso é merecido, porque a região possui centros culturais singulares, uma história atraente, arquitetura única – é a segunda cidade brasileira com mais obras do arquiteto Oscar Niemeyer –, fica próximo da cidade de Rio de Janeiro e também porque abriga em sua costa muitas praias para todos os gostos.

Entre os lugares mais visitados no município estão o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o Teatro Popular de Niterói e a Cantareira, centro boémio do município. As praias da cidade são belas, banhadas pela Baía de Guanabara, e têm opções muito ricas de passeio. Entre elas está a Praia de Piratininga.

A Praia

A Praia de Piratininga é a maior praia da Região Oceânica de Niterói, o que dificulta sua lotação mesmo em épocas mais festivas. Está localizada no Bairro Piratininga, que foi fundado por pescadores e a partir da década de 1970 atraiu pessoas da classe média, que criaram loteamentos, o que resultou na formação de um bairro residencial.

Ela não está entre as mais visitadas do município, mas apesar disso pode ser uma boa escolha para passar uma temporada, um final de semana ou até mesmo um dia.

O “refúgio” também fica próximo a outras praias, como Camboinhas, Itaipu e Itacoatiara. Oferece vista para a Praia de Copacabana, o Cristo Redentor, no alto do Corcovado, o mar aberto, a Praia do Sossego, a Praia de Camboinhas e o Pão de Açúcar, além de um espetáculo durante o pôr do sol.

Também possui uma pedra muito usada para mergulhos, a Pedra da Baleia, que está localizada na parte mais pequena da praia. Piratininga vem do Tupi e significa “secagem de peixe” ou “peixe a secar”. Vale ressaltar que uma das profissões tradicionais no município é a pesca. Se você visitar essa praia, vai notar que a cultura não se dissolveu, que a prática de pesca ainda está lá e conta com vários pescadores trabalhando.

A praia possui aproximadamente 2.700 metros de extensão de águas limpas e claras, areias brancas e finas, pequenas ondas, mar calmo, calçadão e quiosques, onde você poderá experimentar deliciosos petiscos e pratos feitos a base de frutos do mar e peixes, mas não se assuste!

Se você não gostar de peixes ou frutos do mar, há outras opções. Há um número grande de restaurantes, bares, lojas de conveniência e supermercados.

Por ser mais calma, a Praia de Piratininga atrai muitos locais. Então, se o seu objetivo é estar em contato com os niteroienses, fazer um turismo mais próximo dos moradores, comer o que eles comem, vestir o que eles vestem, visitar o que eles visitam, esta praia é o lugar ideal.

Ela também é refúgio dos cariocas, que, por estarem bem perto de Niterói, saem da cidade do Rio de Janeiro para passar um tempo em um lugar mais tranquilo.

A praia de Piratininga está dividida em duas: o “praião”, com ondas mais fortes e mar aberto, e a “prainha”, à direita, com menor extensão, grande coluna de pedras, que forma uma piscina natural e oferece possibilidades para mergulho, e com mar mais calmo.

 

Esportes e lazer

Surf e SUP, sigla para o esporte de origem havaiana Stand Up Paddle, espécie de surf em pé na prancha, são possíveis de serem praticados nesse paraíso. Caminhadas, ciclismo, práticas com skates, patins e bicicletas na orla da praia são permitidos. Por lá existe asfalto, o que facilita essas práticas. Ainda, as ruas próximas ao calçadão são fechadas aos finais de semana, das 7h às 22h para propiciar o lazer, como acontece na orla do Rio de Janeiro.

Shows, festas de Réveillon e outras atrações são comuns na Praia de Piratininga. Consulte a agenda do município e aproveite mais essa oportunidade.

 

Como chegar e permanência

O acesso a Niterói, saindo do Rio de Janeiro, apresenta opções: você pode chegar através da Baía de Guanabara, usando uma barca, ou pode atravessar a ponte Rio-Niterói de carro ou de ônibus. Rio de Janeiro e Niterói estão muito próximas uma da outra.

Para pegar uma barca, você deve se encaminhar para a Praça XV, de onde o transporte vai sair para Niterói. Para mais informações sobre a barca acesse o site da CCR, concessionária que administra esse meio de transporte no estado: http://www.grupoccr.com.br/.

 

A frota é composta por quinze catamarãs, embarcação que funciona a vela ou a motor, e nove barcas. Isso garante que você não vai demorar muito para chegar ao seu destino. A nossa dica é priorizar as barcas tradicionais, que demoram mais para chegar ao destino, proporcionando a você e sua família uma travessia mais charmosa e conhecimento de mais um pedaço do estado do Rio de Janeiro.

 

De ônibus ou de carro, você terá que atravessar os 13 km da Ponte Rio-Niterói, maior ponte urbana do Brasil. Se for de carro, não se preocupe com lugar para estacionar. Isso não falta e vai facilitar sua vida, inclusive se você estiver levando comida, roupas, cadeiras, brinquedos, guarda-sol, chapéus, itens esportivos, entre outras coisas. Se for de ônibus, uma das opções é sair da

Rodoviária Novo Rio com as linhas 709, 770, 100, que inclusive passa na frente da Praça XV, entre outros números.

Em Niterói você vai ter que se locomover por cerca de trinta minutos para chegar à praia. Se você não estiver de carro, a linha 39 do transporte coletivo é uma opção mais barata. Não há linhas que percorram toda a extensão da Praia de Piratininga, por isso, os cantos dela ficam mais cheios. Se você quiser um local muito mais tranquilo, terá que andar um pouco.

Sobre a hospedagem, os visitantes têm também várias opções: hotéis, casas de veraneio, pousadas ou campings.

Outras atrações

Vamos dar outras opções para você que está no Rio de Janeiro e quer fazer uma extensão, ou para você que gostou muito do município de Niterói.

O primeiro é o tradicional Mercado de Peixe São Pedro (padroeiro dos pescadores), maior mercado de pescado do Rio de Janeiro. Lá você acha peixes, camarões, lagostas, frutos do mar, entre tantas outras coisas, por um bom preço e uma ótima qualidade. Em 29 de julho você pode aproveitar a oportunidade e participar da comemoração ao padroeiro que acontece no mercado.

A segunda dica é visitar algumas das praias vizinhas da Praia de Piratininga. São elas: Praia do Sossego, localizada entre Piratininga e Camboinhas; Praia de Itaipu, que tem sempre as águas calmas; e Praia de Itacoatiara, paraíso dos surfistas e localizada perto da “prainha” de Piratininga.

A terceira e última dica é aproveitar e visitar o que chamam de melhor vista de Niterói: o Parque da Cidade de Niterói, que é uma área de proteção ambiental localizada no bairro de São Francisco, no Morro da Viração, com 270 metros de altitude.

No parque há um mirante que te oferece vista panorâmica para as praias de Itaipu, Piratininga, Camboinhas, Jurujuba, Charitas, São Francisco, Icaraí, também para outros pontos turísticos do Rio de Janeiro, como o Cristo Redentor, a Pedra da Gávea, entre outros. O acesso pode ser feito de carro, de bicicleta ou a pé.

Ônibus não conseguem levar os passageiros pela subida íngreme. A entrada para o parque é gratuita, de segunda a sexta das 08h às 17h e aos sábados, domingos e feriados das 8h às 18h.

Aproveite a viagem!

Praia de Camboinhas

Praia é um passeio possível para todas as estações. Fato é que no verão, estação mais quente do ano, o número de visitantes aumenta, mas é possível notar banhistas também no outono, na primavera e no inverno. Em cada estação, a visão da imensidão do mar é única. Praia também é um passeio barato. Em tempos de crise, repensar os passeios é uma boa saída.

Com comida típica de qualidade, uma vista de perder a respiração, uma organização singular e proximidade de outras praias, apresentamos a Praia de Camboinhas, uma opção de diversão para quem está sozinho, acompanhado, com a família ou com os amigos. Opção também para quem quer praticar esportes e exercícios, comer alimentos típicos de qualidade ou aproveitar aquela bebida gelada e refrescante.

O refúgio está localizado em Niterói, cidade que é banhada pela Baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro, que abriga 8.4% da população do país e atrai muitos turistas por suas belíssimas paisagens naturais.

O bairro

A Praia de Camboinhas está localizada na Região Oceânica de Niterói, que fica em um bairro nobre de classe média alta com o mesmo nome. A Região Oceânica é composta por áreas de Mata Atlântica e praias. Conta também com os bairros de Engenho do Mato, Camboinhas, Piratininga, Cafubá, Jacaré, Itaipu e Itacoatiara.

O surgimento do bairro Camboinhas aconteceu pouco antes da década de 1960, quando um cargueiro chamado Camboinhas, que vinha da Argentina, ficou encalhado na antiga Praia de Itaiupu.

Ele foi desencalhado quase um mês depois e puxado por rebocadores de alto mar com a ajuda de duas corvetas, mas não resistiu e desmontou no local, ficando à deriva. Em dias de maré baixa, ainda é possível ver restos do cargueiro Camboinhas na areia.

O paraíso, que pode ser chamado de quase particular, é uma extensão da Praia de Itaiupu. As duas eram uma só até o final da década de 1970. Com a criação do Canal de Itaipu, que liga a lagoa ao mar, Praia de Itaipu se dividiu em duas partes, sendo uma delas o que hoje é chamada de Praia de Camboinhas, nome dado em homenagem ao barco que encalhou por lá e também por causa de uma fruta típica da região.

O bairro tem costa na Lagoa de Itaipu e também no Oceano Atlântico. Inicialmente era habitado por pescadores, mas essa realidade mudou quando a empresa Veplan, a partir de 1978, começou a demarcar a terra com a finalidade de vendê-la.

O investimento imobiliário deu muito certo: entre 1980 e 1991, o bairro apresentou crescimento populacional anual de quase 15% ao ano, liderando os índices na Niterói daqueles tempos. Esses novos moradores eram de classe média, condição que facilitou a criação de residenciais fechados na orla da praia.

Outra característica do bairro de Camboinhas é ter em sua costa uma parte dos 500 km da vegetação de restinga do país, que é caracteriza por terreno arenoso e salino coberto de plantas herbáceas próximas ao mar e influenciadas por ele.

Essa vegetação é bastante recorrente em locais com grande diversidade econômica e depende mais da natureza do solo do que do clima. Também pode ser encontrada em dunas, depressões, cordões arenosos e estuários dos rios. No país, o Código Florestal Brasileiro classifica a vegetação de restinga como uma das Áreas de Preservação Permanente (APP), isso significa que não pode ser ocupada ou devastada.

O bairro é considerado de alto luxo e tem apenas uma entrada e uma saída principais, onde fica um DPO, Delegacia de Polícia. O transporte público não entra no bairro, o que dificulta o acesso para quem não possui um automóvel.

A praia

Em Camboinhas, a praia é caracterizada por seus visitantes como “de água fria e refrescante, com grande extensão de areia e ondas pequenas, para toda família – inclusive as que têm crianças –, com mar limpo e calmo, segura, organizada, ótima para caminhadas, com quiosques com boas comidas e bem equipados com chuveiros de água doce e banheiros e um local tranquilo”.

As afirmações estão todas corretas. A Praia de Camboinhas, por estar situada na Região Sudeste do Brasil, vai apresentar águas mais frias em toda sua costa, mas o clima por lá é temperado o ano inteiro. A praia possui 2.600 metros de extensão e conta com areia branca, firme e limpa. Sua água, azul esverdeada e límpida, contrasta com a vegetação de restinga da orla. As ondas são pequenas e o mar é limpo, o que facilita a integração das crianças. É uma praia de família, por ser calma, segura e organizada.

Propícia para você que quer passar o final de semana sossegado. Ainda na parte de segurança, possui apenas uma entrada e saída, além de dois estacionamentos regulamentados que são oferecidos a preços justos para os visitantes.

O grande calçadão propicia a prática de corridas, caminhadas e ciclismo. A praia possui diversos quiosques em sua orla especializados em frutos do mar e petiscos, que servem em mesas à beira-mar, se você preferir. Além disso, alguns deles são equipados com chuveiros de água doce e banheiros. De vez em quando é possível apreciar música ao vivo nesses locais.

Há escolha de melhor localização de acordo com seu perfil também. O canto direito é mais frequentado por jovens e o canto esquerdo é mais frequentado por famílias, o que oferece opções de divertimento diferentes. E em qualquer lugar é possível alugar barracas, guarda-sóis e cadeiras.

Entre os alimentos típicos oferecidos pelos quiosques e pelos vendedores ambulantes estão o peixe frito, a cerveja bem gelada, picolés, empadas e o queijo coalho.

Esportes e lazer

A prática de esportes também é possível na Praia de Camboinhas. Então, se você é uma pessoa mais ativa, há espaço para se exercitar e diversas opções de esporte. Existem também opções de lazer. Há uma estrutura bem organizada no bairro que poderá atender a todas as suas necessidades.

O ambiente é propício para a prática de SUP – sigla para o esporte de origem havaiana Stand Up Paddle, espécie de surf em pé na prancha, de body board, praticado na superfície das ondas do mar com um tipo de miniprancha –, caminhadas, ciclismo, frescobol, pesca de linha, velejo, surf, windsurf e jet ski.

Festas de Réveillon, que oferecem vista dos fogos de Copacabana, são comuns na Praia de Camboinhas. Para informações sobre as atrações, visite o site do município de Niterói.

Outra opção de lazer é visitar o Camboinhas Mall, que fica na entrada do bairro de Camboinhas. Nesse shopping, você pode encontrar de tudo. Desde sorveterias, farmácias, padarias, pet shop, pizzaria até lembranças de Niterói, dentistas e salões de beleza.

Você pode aproveitar e estender sua visita para a Praia do Sossego, que fica entre morros e faz jus ao nome. Para acessar a Praia do Sossego, você pode atravessar uma pequena trilha que sai do lado esquerdo da Praia de Camboinhas. A outra opção para chegar à essa praia é por mar.

Outra opção é visitar a Praia de Piratininga, a maior praia da Região Oceânica de Niterói, ou visitar a Praia de Itaipu, onde é possível fazer mergulho submarino próximo às pedras e brincar em dunas.

Como chegar e permanência

Primeiro, o acesso para o município de Niterói, se você está saindo do Rio de Janeiro, apresenta opções: através da Baía de Guanabara, usando uma barca, ou atravessando a Ponte Rio-Niterói de carro ou de ônibus.

Para pegar uma barca você deve se encaminhar para a Praça XV, de onde o transporte vai sair para Niterói. Para mais informações sobre a barca acesse o site da CCR, concessionária que administra esse meio de transporte no estado: http://www.grupoccr.com.br/.

A frota é composta por nove barcas e por quinze catamarãs, embarcação que funciona a motor ou a vela. Isso garante que você não vai demorar muito para chegar ao seu destino.

 

A nossa dica, se você está fazendo isso pela primeira vez, é priorizar as barcas tradicionais que demoram mais para chegar ao destino, proporcionando a você e sua família uma travessia mais charmosa e conhecimento de mais um pedaço do estado do Rio de Janeiro.

De ônibus ou de carro, saindo ainda do Rio de Janeiro sentido Niterói, você terá que atravessar os 13 km da Ponte Rio-Niterói, maior ponte urbana do Brasil. Se for de ônibus, uma das opções é sair da Rodoviária Novo Rio com as linhas 709, 770, 100, que passa também na frente da Praça XV, um ponto fácil de achar.

Em Niterói, para chegar à Praia de Camboinhas, você vai ter que se locomover por cerca de trinta minutos. Se você não estiver de carro, a linha 38 do transporte coletivo é uma opção mais barata.

Você pode embarcar no terminal de Niterói e descer depois de passar pelo Largo da Batalha, na Praia de Itaipu. Depois de descer, você terá que atravessar o canal que separa Itaipu de Camboinhas. Outra opção é pegar a linha 39 e saltar na entrada do bairro Camboinhas. Você terá que andar mais dois quilómetros até chegar à praia.

Se for de carro, não se preocupe com lugar para estacionar. Isso não falta e vai facilitar sua vida, inclusive se você estiver levando comida, roupas, cadeiras, brinquedos, guarda-sol, chapéus, itens esportivos, entre outras coisas.

Sobre a hospedagem, os visitantes têm também várias opções: dois grandes hotéis, casas de veraneio, pousadas ou campings.

Aproveite a viagem!

 

4. Praia de Itaipu

Neste capítulo vamos tratar da Praia de Itaipu, localizada na Região Oceânica de Niterói – Rio de Janeiro, cidade situada na Grande Rio ou Leste Metropolitano do Rio de Janeiro.

Com aproximadamente 1000 m de extensão, a Praia de Itaipu é conhecida mundialmente por seu mar caracteristicamente e eternamente manso, já que por essa praia há formação de enseadas, uma curvatura da costa que tem como consequência a formação de uma espécie de pequena baía.

Por isso, acaba se tornando um atrativo ponto turístico da cidade de Niterói e também de todo o estado do Rio de Janeiro, uma vez que é propícia ao lazer com segurança – águas agitadas não são muito chamativas para famílias que possuem crianças ou pessoas com medo de ondas grandes e fortes, por motivos óbvios – e faz com que todos possam se banhar tranquilamente, em todos os dias que visitarem a praia.

Essa calmaria das águas da Praia de Itaipu (que, só para melhorar a sua reputação de calma, possui várias amendoeiras sob as quais você pode repousar na sombra) também propicia a formação de um porto com grande concentração de pescadores (uma das maiores colônias de pescadores presentes no Brasil!).

Além disso, a Praia de Itaipu também é conhecida por ter um dos mais bonitos crepúsculos que você pode apreciar quando for assisti-lo em um dos restaurantes à beira mar com especialização em frutos do mar. A própria visão do paraíso, não é mesmo? E ainda por cima a praia está localizada em frente à Praia de Copacabana, a “praia de celebridades” da cidade do Rio de Janeiro – um dos principais pontos turísticos do mundo!

Você pode chegar na Praia de Copacabana, saindo de Itaipu, em cerca de uma hora de viagem de carro.

Mas, bom, vamos falar um pouco do que foi, do que é e do que há em Itaipu.

História

O bairro de Itaipu, que abriga a sede do segundo distrito de Niterói e é situado no nordeste da cidade, possui uma história muito antiga, interessante e fascinante na região da Duna Grande.

Seus habitantes mais antigos foram povos caçadores e coletores (os famigerados nômades que praticavam a caça e a coleta, primeiros modos de sobrevivência do Homo Sapiens – medida que fora herdada dos primatas e que são meios de produção que antecedem a agricultura e a pecuária).

Esses habitantes deixaram como presente nas terras de Itaipu os sambaquis: depósitos arquitetados à mão do homem e que são formados por materiais de origem orgânica e calcária que sofrem diretamente a ação das intempéries e, consequentemente, levam a uma fossilização química – o que faz petrificar todos os detritos e ossadas nos sambaquis existentes.

Esses sambaquis eram utilizados como santuário ou malocas (são como uma espécie de cabanas) pelos indígenas, nativos da terra.

Mas a atuação humana em povoação na região como nós conhecemos só surgiu a partir da vinda dos portugueses e europeus após “a descoberta do Novo Mundo”, lá pelo século XVI.

Itaipu tinha grande destaque no que dizia respeito a produção açucareira, de farinha de mandioca, pescados no geral e cachaça. Sim, cachaça! E você também pode encontrar algumas construções que remetem à época da colônia em Itaipu ao visitar a Igreja de São Sebastião (uma construção arquitetada em 1716) e o Convento de Santa Tereza.

Esse convento começou a funcionar a partir do dia 17 de junho de 1764 e fora fundado pelos padres Manuel Francisco da Costa e Manuel Da Rocha, com o objetivo de, principalmente, recolher mulheres – seja por motivos religiosos, por gravidez indesejada, órfãs, abusadas pelo pai ou pelo marido ou que simplesmente eram deixadas ali como uma espécie de colônia de férias enquanto os homens dominantes da família viajavam.

Essa “hospedagem” da mulher na instituição durava o tempo que o chefe da família desejava e era necessário um pagamento para concluir a internação, além de uma aprovação da Corte.

Em 1833, porém, o prédio do Convento se encontrava desabitado e o então vigário João de Moraes e Silva decidiu montar no prédio um asilo para menores de idade (uma espécie de orfanato).

No século XX, em uma guerra constante sobre quem iria ocupar o prédio e o que fariam com ele, os pescadores da região tomaram para si o estabelecimento, e começaram a usá-lo como espaço para tingir as redes de pesca – além de terem construído pequenas casas ao redor do prédio, onde só moravam os pescadores.

A partir de 1968 tentou-se criar uma restauração da capela, projeto criado por Edgard Jacintho (chefe do departamento de Conservação e Restauração da DPHAN) e, com a desocupação definitiva do prédio, decidiram então construir um museu.

Já alguns anos depois de todo o ocorrido, essas instalações restantes do prédio do Convento de Santa Tereza reformadas e recuperadas foram tombadas em instância federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – e transformadas no atual Museu Socioambiental de Itaipu (antigo Museu de Arqueologia de Itaipu), que é um museu vinculado ao órgão Instituto Brasileiro de Museus, do Ministério da Cultura do Brasil e também uma das atrações e pontos turísticos da região.

Na verdade, o passado de Itaipu é misturado ao passado da Região Oceânica, já que o distrito e atual bairro de Itaipu, no passado, pertencia a São Gonçalo, de 1890 até 1943. Portanto, no geral, a história da região é praticamente uniforme – a separação por distritos e bairros fora lenta gradual.

Algumas mudanças significativas afetaram o destino do bairro de Itaipu: em 1976, passou a valer o Plano Estrutural de Itaipu (plano esse que foi realizado pela empresa Veplan), que fez com que uma área da Lagoa de Itaipu fosse aterrada para abrir o canal que a ligasse diretamente ao mar.

Até o século XX Itaipu ainda não possuía rede municipal de saneamento básico (água e esgoto para a população) – a rede fora implantada apenas na virada para o século XXI, o que, além de fazer cair drasticamente o número de pessoas infectadas por verminoses e outras doenças relativas à falta de saneamento básico, causou um significativo e ótimo aumento populacional do arredor.

Atualmente, o bairro de Itaipu é, sem dúvidas e em maioria, residencial. Muitos moradores têm sido atraídos pelo bairro nos últimos anos e, esses novos moradores, que são grande parte de classe economicamente média e classe economicamente alta, trouxeram consigo uma reformulação visual: novas casas e condomínios de alto padrão de vida e que contrastam com as humildes moradias da colônia de pescadores.

Apesar de ter muitas casas e condomínios, também existe um comércio bastante considerável em Itaipu, que é possível encontrarmos em grande escala em torno da Estrada Francisco Cruz Nunes.

Origem do nome da praia

Mas o que quer dizer itaipu, afinal?

Como é de se esperar, itaipu é uma palavra originalmente tupi, que tem como significado “pedra que canta”. A palavra é formada na união das palavras itá (pedra) e ipo’ú (cantora) ou “pedra que a água faz barulho”, na união de itá (pedra), ‘y (água) e pu (barulho), já que entre a planície da região existe a Lagoa de Itaipu, principal fonte de distribuição de água dos morros ao seu redor.

Belezas naturais de Itaipu

No bairro de Itaipu, a mata atlântica é preservada no Parque Estadual da Serra da Tiririca (mais um dos pontos turísticos da região), e lá podemos encontrar diversas espécies tanto animais quanto vegetais (como, por exemplo, o ipê-amarelo, que possui uma festa todos os anos só para ele entre os meses de julho e setembro quando a árvore começa a florear, trazendo vários turistas para presenciar esse momento), o famoso pica-pau amarelo, gavião, entre outras belezuras da nossa fauna e flora.

 

Subdivisões de Itaipu

O bairro de Itaipu é muito maior do que a conhecida praia – há várias subdivisões, conhecidas, na boca do povo, como “sub-bairros” e “loteamentos” de Itaipu. Há um grande número de sub-bairros e loteamentos que são vinculados e utilizados por órgãos públicos (como o Bairro Peixoto, Campo Belo e Loteamento Cidade Balneária, por exemplo).

A procura maior, entretanto, é sempre Itaipu propriamente dito (uma vez que se localiza mais próximo à praia e fica bem perto da divisa com o bairro de Itacoatiara, onde há muitos torneios de surfe e bodyboarding).

Como chegar

Desfrutar dessa maravilhosa praia paradisíaca e conhecer a cidade – que também possui a história do Brasil fortemente vinculada em si – não é difícil: o bairro é ponto final de vários ônibus do Rio de Janeiro (como dos ônibus 38, 52, 46 e 770, por exemplo).

Você também pode pegar um táxi do terminal rodoviário de Niterói até a Praia de Itaipu (o que custa, em média, cinquenta e cinco reais em táxi convencional em bandeira 1 e sessenta e quatro em táxi convencional em bandeira 2 ou, em táxi especial, noventa reais).

Ainda é possível fazer uma excursão pela região – o que não é difícil de encontrar por um preço em conta. Uma viagem do Rio de Janeiro (região central) até a Praia de Itaipu (que dá em torno de 38 km), demora cerca de uma hora pela BR-101 e cerca de 40 minutos saindo da região central de Niterói (em torno de 20 km pela Estrada Francisco da Cruz Nunes e 31 km pela Rodovia Amaral Peixoto).

 

Morro das Andorinhas

Uma visão privilegiada, um local calmo que requer certo esforço para alcançá-lo, mas que recompensa pelas descobertas no caminho; as possíveis amizades, a diversidade animal, a história do local, a pedagogia e a diversidade da flora são o que oferecem as trilhas.

Elas atraem muitas pessoas por ser uma opção barata de turismo que propicia momentos de reflexão e contemplação da cidade vista de cima. É uma atividade comum em todo o mundo. Há diversos tipos de trilha que servem pra diversos tipos de pessoas, com condicionamentos físicos diferentes, e até para animais de estimação.

O nível de dificuldade leva em conta cada tipo, indo desde trilhas fáceis, com poucas horas de duração, até trekking, trilhas que levam mais de um dia para chegar ao local que se pretende, e também cada pessoa e suas limitações. Algumas trilhas podem exigir a ajuda de um guia, mas existem as que você pode fazer autonomamente, autoguiando-se.

No Brasil, temos muitos parques nacionais e diversos outros locais que estão sendo regulamentados para essa prática. Estados como Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, São Paulo, entre tantos outros, oferecem esses roteiros únicos. O estado do Rio de Janeiro também abriga muitas trilhas, entre elas a que dá acesso ao Morro das Andorinhas, localizado em Niterói, a 13 km da cidade do Rio de Janeiro.

Serra da Tiririca

A Serra da Tiririca é um parque nacional que fica na região litorânea do Rio de Janeiro, entre os municípios de Niterói e Maricá. Ele foi criado por demanda popular através de uma lei em 1991. Em 1992, o parque foi eleito pela Unesco como uma Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, por causa dos ecossistemas que abriga.

O seu nome vem de uma perigosa erva daninha, a tiririca, mas o parque está livre desses nocivos. Ao contrário do que sugere a denominação, abriga restingas, árvores nativas da Mata Atlântica, como quaresmeira e ipê-amarelo, costões rochosos, banhados e mangues. Conta também com mais de 150 espécie de aves, entre eles o gavião, répteis como jiboias e jararacas, entre outros animais.

De lá de cima é possível ver as praias da região Oceânica de Niterói, como Itaipu, Camboinhas, entre outras, a cidade do Rio de Janeiro e o maravilhoso pôr do sol.

É uma ótima opção para amantes de ecoturismo. É possível praticar esportes como rapel, escalada e highline e também visitar as comunidades caiçaras do local e o Museu de Arqueologia de Itaipu que vai propiciar experiências sociológicas e históricas para os visitantes.

O Parque Estadual Serra da Tiririca foi criado com o intuito de proteger a Mata Atlântica, preservar a cobertura vegetal, as nascentes dos riachos e dos rios e a fauna. Além disso, o parque é rico em evidências de sítios arqueológicos, que possuem registros das populações pré-históricas. Foi criado também para ser uma área de recreação por meio do turismo ecológico e para possibilitar pesquisas científicas das espécies residentes no local.

No começo o parque abrangia 2.400 hectares, mas em 2012 teve seu perímetro definitivamente ampliado para 3.493 hectares, incorporando o Morro das Andorinhas, o entorno da laguna de Itaipu e também a Reserva Municipal Darcy Ribeiro.

O parque é aberto diariamente das 7h00 às 18h00. O acesso é feito pelo Posto de Recepção ao Visitante, que fica na Praia de Itacoatiara, ao lado do Clube dos Engenheiros. É no Parque Estadual Serra da Tiririca que se encontra o Morro das Andorinhas.

O Morro

O Morro das Andorinhas fica entre a Praia de Itaipu e a Praia de Itacoatiara, dividindo-as naturalmente, e possui 2,6 km de extensão e 196 m de altitude. O morro tem esse nome porque, em seu topo, andorinhas construíam seus ninhos.

É uma trilha que pode ser feita sem a presença do guia, ou seja, autoguiada, porque possui placas que indicam a direção a seguir.

A trilha para o Morro das Andorinhas pode ser acessada pela praia de Itaipu, na Rua da Amizade, perto da igreja histórica de São Sebastião, que fica na Rua General Castrioto, nº 469.

Da Rua da Amizade segue caminhando até achar a formação de uma trilha, caracterizada por caminho estreito. Depois de trinta minutos em uma subida íngreme, você encontra o platô. Então você seguirá por mais trinta minutos até uma ilha chamada Filha, que fica no pico do morro. Essa segunda parte do caminho apresenta-se um pouco mais fechada, mas nada impossível.

Durante o caminho é possível ver tamanduás, preguiça de coleira, tucanos de bico preto, coelhos, tatus, cachorros do mato, entre outros bichos. No quesito flora você terá contato com árvores nativas da Mata Atlântica e também com flores raras, como a orquídea endémica.

Outra atração da trilha são os mirantes, que oferecem visão para a Pedra do Elefante, ,o Costão de Itacoatiara, ,a Lagoa e Praia de Itaipú e ,a Praia de Camboinhas. Do topo a visão é para a Reserva Indígena, o Corcovado, o Morro do Cantagalo, o Parque da Cidade, o Pão de Açúcar e para quase toda região oceânica de Niterói. É de tirar o fôlego.

Como chegar e permanência

Primeiro, para chegar a Niterói, se você vem da cidade do Rio de Janeiro, há duas maneiras: através da Baía de Guanabara, usando uma barca, ou atravessando a ponte Rio-Niterói de carro ou de ônibus.

Para pegar uma barca, você deve se encaminhar para a Praça XV, de onde o transporte vai sair para Niterói. Para mais informações sobre a barca acesse o site da CCR, concessionária que administra esse meio de transporte no estado: http://www.grupoccr.com.br/.

A frota é composta por nove barcas e por quinze catamarãs, embarcação que funciona a motor ou a vela. Isso garante que você não vai demorar muito para chegar ao seu destino.

A nossa dica, se você está fazendo isso pela primeira vez, é priorizar as barcas tradicionais que demoram mais para chegar ao destino, proporcionando a você e sua família uma travessia mais charmosa e conhecimento de mais um pedaço do estado do Rio de Janeiro.

De ônibus ou de carro, saindo ainda do Rio de Janeiro sentido Niterói, você terá que atravessar os 13 km da Ponte Rio-Niterói, maior ponte urbana do Brasil. Se for de ônibus, uma das opções é sair da Rodoviária Novo Rio com as linhas 709, 770, 100, que passa também na frente da Praça XV, pontos fáceis de achar.

Em Niterói, para chegar até o início da trilha, você deve seguir em direção à Região Oceânica da cidade, para a Praia de Itaipu. De ônibus, a linha que terá que pegar é a 38, que sai do centro da cidade e o deixa no ponto final, na Praia de Itaipu.

Se estiver vindo da cidade do Rio de Janeiro, pode pegar a linha 770 que sai da Praça XV e o deixa na Praia de Itaipu.

A viagem do Rio até a Praia de Itaipu leva duas horas, e do centro de Niterói para a praia leva 30 minutos.

Para quem for de carro, siga em direção à Igreja São Sebastião, que fica na Estrada Francisco da Cruz Nunes, e estacione antes da ruela que se transforma em trilha, na Rua da Amizade. É muito simples.

Se você decidir ficar por alguns dias, há hotéis e pousadas por perto. Você pode aproveitar para visitar a Vila dos Pescadores da Praia de Itaipu, a Pedra do Elefante, a Enseada do Bananal ou, se estiver afim de assistir a campeonatos de surf, a Praia de Itacoatiara.

 

 

 

Dicas para o sucesso da sua trilha

Para que corra tudo bem e que você não se acidente ou fique desconfortável, algumas dicas devem ser levadas em consideração. São elas:

– Leve protetor solar e repelente. O protetor solar vai proteger sua pele da exposição aos raios solares durante a caminhada. E leve repelente também. Vale lembrar que em trilhas sempre há algum mosquito cuja picada seu corpo pode desconhecer.

– Tenha um sapato apropriado. A caminhada pode ser longa e causar muitos desconfortos até mesmo para quem está acostumado. Por isso, é importante que você tenha sapatos específicos para a atividade que podem ser conseguidos em lojas do setor.

– Leve comida e água. Nunca se sabe se na trilha terá fonte, árvores com frutos ou vendedores ambulantes e locais dispostos a oferecerem comida e água para você. Então, isso é uma forma de prevenção da sua saúde.

– Medicamentos de primeiros socorros. Esses itens vão ocupar um bom espaço da sua mochila, mas prevenção nunca é demais. Lembre-se de que você estará num local longe de hospitais e às vezes até da sociedade. Acaso aconteça alguma coisa, ter em mãos esses medicamentos pode salvar sua vida.

– Sacos de lixo. Esse item é essencial para preservar a trilha. Imagine se todas as pessoas que fossem caminhar por lá deixassem seus lixos? Não seria mais uma trilha. É importante levar seu lixo embora para preservar todos os seres vivos que compõe a natureza no local.

– Tenha um guia ou planeje sua trilha. Essa dica vai evitar que você se perca num local longe da sociedade, com bichos soltos por todas as partes e, muitas vezes, peçonhentos, como é o caso das cobras. Planejamento vai evitar esse tipo de situação.

Pratique! Conheça lugares e esteja em contato com a natureza.

 

Localizado no litoral do Rio de Janeiro, o Costão de Itacoatiara, também conhecido como Itaquatiara por algumas pessoas, é um ponto muito visitado pelos amantes da natureza. Seja para uma viagem de família ou de ecoturismo, Itacoatiara é um belo local onde é possível um contato maior com a natureza.

 

O local

Localizado no litoral de Niterói, o bairro possui características residenciais, em uma área de preservação ambiental, o Parque Estadual Serra da Tiririca. Pela proibição de erguer construções com mais de dois andares na região, a área é um dos locais mais preservados no mundo.

Está entre os costões do Alto Morro e do Morro das Andorinhas, com acesso rodoviário único. Mas é famosa pela Estrada Ferro Cruz Nunes. A praia é separada em dois por uma rocha (praia e prainha), com 700 m de extensão total.

 

Conhecido pela sua beleza natural, Itacoatiara é um ponto de turismo especial para pessoas amantes da natureza. As duas praias que estão localizadas perto de uma da outra também são atraentes, tanto para os surfistas, pelas ondas da praia maior, quanto para as famílias, que irão preferir relaxar na outra metade, conhecida como “prainha” pelos moradores da região.

A história da região

O nome Itacoatiara vem do tupi ita, que significa “pedra”, e cotiara, risco, desenho, inscrições. Literalmente, significa “pedra riscada”. O local fora habitado por índios Tamoios no passado, porém atualmente o local se tornou um ponto turístico conhecido pela sua beleza natural.

O Alto Mourão, como é conhecido o lugar principal da Serra da Tiririca, é o ponto mais alto da cidade do Niterói, que também é conhecido como “falso Pão de Açúcar”, porque por mais que os navegantes o avistassem, não era esse morro que indicava a entrada da Baía da Guanabara.

 

A região começou a ser habitada no ano de 1940, quando Mathias Sandri adquiriu cerca de 70% da área. Os 30% foram comprados por Francisco Felício. Mais tarde, a área inteira seria ocupada, com casas que assemelham à arquitetura estadunidense.

 

Para evitar que animais grandes entrassem na área, foi construído um “mata-burro”. Nessa mesma época, a região não havia energia elétrica o suficiente para seus habitantes e por isso, toda a região urbana era ligada à via principal, conhecida atualmente como Estrada Ferro Cruz Nunes, que se tornou a única, porém a mais famosa rodovia de ligação com as outras cidades. Até hoje, para chegar até Itacoatiara, entra-se nessa estrada para chegar no local.

 

A urbanização foi completa nos anos 70, com a presença do diretor do Jardim Botânico de Niterói, que se mudou para Itacoatiara. Nessa ocasião, as ruas do bairro foram arborizadas e, mais tarde, todas elas receberam os nomes das flores e árvores que foram dados por ele.

 

A trilha

A trilha do Costão é bem simples, com apenas algumas inclinações nos solos como dificuldade. Não é necessário levar muitos equipamentos. Contudo, por ser muito próximo da praia, é comum ver pessoas tentando subir a trilha descalças ou com chinelos e, por causa disso, acabam virando as pernas ou arrebentando os chinelos.

O uso dos tênis, portanto, é recomendado para a caminhada na trilha. Mas o esforço vale a pena, pois há uma bela vista no topo do Costão.

 

Como de costume em toda trilha, leve protetor solar, pois boa parte do percurso é aberto, com raios solares. Vá com roupas leves que permitam uma movimentação maior, juntamente com óculos escuros e um boné/chapéu, assim você evitar as queimaduras pelo sol forte e para terminar.

Não há uma necessidade de levar alimento em demasia, porque há a possibilidade de compra de comida na orla na volta da trilha. Para evitar o nervosismo no meio da expedição, vá à trilha em grupo, pois assim você pode se sentir mais seguro ao ter pessoas conhecidas por perto.

E para finalizar, uma garrafa de água pode ser necessária no meio da trilha, por causa de quase uma hora de duração da atividade, contando a ida e a volta.

 

Infelizmente não há banheiros na trilha, muito provavelmente por causa das restrições de ordem ambiental. Portanto, se prepare bem antes de se aventurar na trilha do Costão.

 

O passeio da Costa

O início da trilha começa dentro da entrada do Parque Estadual da Serra da Tiririca, centro de preservação ambiental, localizada na Rua das Rosas. Sua entrada é gratuita – só é necessário a assinatura do visitante no livro de visitas do parque.

 

A estrada do local é bem marcada, por ser um ponto muito visitado. Após 20 a 30 minutos de caminhada no local, começa a parte mais difícil da trilha, que possui o solo aderente. É por aí que começa a subida rochosa, que é bem inclinada, mas não com difícil acesso, sendo que é possível escalar pisando o pé todo na pedra e lançando o corpo à frente.

Os mais leigos no trekking podem utilizar as mãos para dar apoio ao corpo na escalada, assim as chances de queda são menores.

 

Chegando no fim do morro, é possível ver do topo a Pedra do Elefante e a sua praia. O que você encontra é uma das paisagens mais lindas de Niterói, digna de cartão postal. Vale a pena entrar no desafio da trilha, seja leigo ou especialista em trilhas ecológicas.

 

A descida pode gerar um pouco de dificuldades por causa dos deslizes do solo. Uma dica é seguir o caminho da trilha de volta, pois ele já possui terra batida e, por isso, ao pisar os pés não acontece quedas e escorregões. Porém, se achar que poderá cair com facilidade, a melhor coisa a se fazer é descer sentado para evitar um possível tombo que pode acontecer por distração.

 

Novamente, a duração para a volta é de 20 a 30 minutos de caminhada. Basicamente, é uma trilha que, embora pareça ser fácil pela distância e presença da terra batida, lhe dá uma sensação de aventura na hora do trekking.

 

Após a trilha, aproveite para ficar nas praias

O local é rodeado por várias praias, que são vistas pelo topo da trilha do Costão de Itacoatiara.

 

A praia de Itacoatiara, é um ótimo local para relaxar, tomar um sol e se refrescar no mar, portanto leve também uma roupa de banho, porque com certeza você não resistirá o ambiente litorâneo do local depois da longa caminhada na trilha.

 

Uma curiosidade: a praia se divide em duas partes por uma rocha: a primeira é uma faixa de areia bem larga, com o mar bem agitado. É uma praia que é bem procurado por surfistas, como citado anteriormente. É um local com águas limpas, mas ideal para os públicos populares. A segunda parte é uma praia menor, com ondas menores e protegidas por pedras, que pode ser frequentado por famílias com crianças pequenas.

 

A natureza como atrativo principal do local

Conhecida por ser uma área de preservação ambiental, é possível encontrar vários animais que estejam vivendo no seu próprio habitat natural, como os caranguejos marinhos e, ao mesmo tempo, moradores da região, que ajudam a preservar o local com algumas restrições aos turistas.

 

O fato de não haver grandes apresentações no local se dá por causa da preocupação com as aglomerações, visto que a região não suporta eventos de grande porte. Além disso, a restrição das construções terem no máximo um andar está presente para preservar o ambiente. É uma forma de manter a natureza para que não haja perdas de patrimônios naturais. Afinal de contas, como ignorar a vista do pôr do sol na praia?

Há várias opções de lanche rápido

Depois de algum tempo, é normal bater aquela fome. A praia do Costão possui vários quiosques ao longo do calçadão, em que você pode comer enquanto aprecia a vista da praia, além das barracas na areia, que vendem bebidas, sanduíches, camarões, salgados, biscoitos e muitos outros petiscos para forrar o estômago.

 

Restaurantes para almoçar também não faltam

Contudo, para uma refeição completa, Itacoatiara e o bairro vizinho de Itaipu oferecem vários restaurantes, pizzarias e churrascarias com diversas faixas de preço para todas as condições financeiras. Lá, pode-se experimentar várias comidas locais para a refeição.

Uma sugestão de restaurante para os viajantes de plantão é o Restaurante São Antônio, especializado em comida portuguesa, muito famoso entre os moradores e turistas da região.

O bacalhau é a especialidade de casa e é um dos pratos mais requisitados do local. O cardápio possui vários pratos feitos com peixes e frutos do mar, entre outros tipos de carne. Além disso, a casa conta com uma rica seleção de vinhos portugueses, ideal para comemorar o dia após uma grande aventura turística.

Como chegar?

Se for sair de Rio de Janeiro: utilize o Terminal Rodoviário Menezes, no Centro do Rio de Janeiro, pegando o ônibus da linha 770 (via Castelo-Itaipu), pela viação Pendotiba

Se for sair por Niterói: saindo do terminal rodoviário à frente das barcas de Niterói, pegue o ônibus da linha 38 (Niterói-Centro Itaipu).

 

Pedra do Elefante ou Alto Mourão

Neste capítulo, vamos aprender muitas coisas sobre as belezas naturais da Região Oceânica de Niterói, incluindo praias e lagoas. Por causa disso, a Pedra do Elefante, também conhecida como Alto Mourão, não poderia ficar de fora, uma vez que é uma das belezas naturais dessa região.

 

Para os amantes da natureza e também para quem gosta de um pouco de aventura, esse é o lugar certo, pois no Alto Mourão é possível ter uma bela vista da cidade e estar em contato com a natureza.

 

Mesmo para quem não está acostumado a estar em contato com a natureza, com certeza a vista de cima da Pedra do Elefante vale a pena. Por isso, vamos dar algumas dicas e contar algumas curiosidades sobre o lugar.

 

Localização

A Pedra do Elefante fica no Parque da Serra da Tiririca, e também entre as praias de Itacoatira e de Itapuaçu. É o ponto mais alto do parque, por isso, permite que se tenha uma visão panorâmica de toda a região, e pode ter certeza que é uma visão de tirar o fôlego.

 

Por que esse nome?

A Pedra do Elefante tem esse nome graças ao seu formato, já que, quando vista da Praia de Itapuaçu, parece que se está vendo a cabeça com a tromba de um elefante.

 

Mas a Pedra do Elefante também tem outros nomes, como Alto Mourão, Falso Pão de Açúcar e também Pedra de Itaipuaçu.

 

Um pouco mais da história da Pedra do Elefante

Apenas para saber um pouco mais sobre a história da região, vamos voltar um pouco no tempo e descobrir os primeiros habitantes dessa área que hoje é tão famosa e um dos pontos turísticos mais procurados pelas pessoas que gostam de estar em contato com a natureza.

 

Colonização portuguesa

Os índios Tamoios faziam parte da população da região na época da colonização dos portugueses no Brasil. Já nesse período, os índios começaram a ser catequisados pelos jesuítas, que construíram edificações próprias especificamente para esse fim.

 

Década de 1980 e de 1990

Foi nos anos 80 que a Serra da Tiririca, onde está localizada a Pedra do Elefante, foi invadida por caçadores que começaram a desmatar a região. Com isso, houve um crescimento descontrolado do solo urbano. Foi apenas em 1991 que o Parque Estadual da Serra da Tiririca foi criado, pois houve uma mobilização popular, fazendo com que o desmatamento da região parasse.

 

Já em 1992, O Parque Estadual da Serra da Tiririca foi considerado uma Reserva Mundial da Biosfera pela ONU.

A trilha

A melhor parte do Alto Mourão é que é possível fazer uma trilha e observar parte de sua beleza natural bem de perto. Essa trilha fica bem perto do Mirante da Estrada de Itapuaçu, na RJ 102. Na verdade, a mais ou menos 30 metros depois do mirante indo na direção de Itacoatira.

 

Bem no início da trilha, é possível avistar uma placa, bem visível. Além disso, deve-se prestar bastante atenção em algumas bifurcações que devem ser feitas durante o trajeto.

O início da trilha é uma subida, um pouco íngreme, mas nada difícil, e em apenas 15 minutos se chega a uma clareira. Nessa clareira, é possível ver algumas plantas do gênero Agave.

 

Primeira bifurcação

Depois a trilha tem uma descida rápida, seguida de uma nova subida. Logo após essa subida, já se deve prestar atenção na primeira bifurcação, pois ela não é muito bem sinalizada. Portanto, atenção! Você pode ter como referência uma árvore que tem uma marcação de uma seta para a esquerda. É dessa marcação que você deve continuar. Você vai saber se pegou o caminho errado se a trilha acabar, por isso, não há motivo de preocupação.

 

Segunda bifurcação

 

Logo depois de passar pela primeira bifurcação, você chegará na segunda. Esta é um pouco mais fácil, uma vez que há uma placa amarela indicando o caminho certo, que também é para a esquerda. Bem rápido, você vai chegar ao mirante em que se pode ver o Morro do Telégrafo e o Costão de Itacoatira. Essa é a última parte protegida do sol. Nesse mirante, é bom descansar um pouco para prosseguir para a última parte da trilha.

 

Última parte da trilha

Nessa parte, você também continuará a subir. Logo depois, há um trecho de uma rocha, que exigirá muita atenção, pois será preciso usar as mãos como apoio. Dessa parte, você chega ao Platô, é aí que você terá uma bela visão da orla da Região Oceânica de Niterói. Principalmente da Praia de Itacoatiara e da Lagoa de Itaipu, e ainda das ilhas Pai e Mãe.

O segundo Platô

Ao seguir a trilha, chegará ao segundo Platô, e é aí que se pode ter a visão da Praia de Itapuaçu. Essa praia tem 15 km de extensão.

Praia de Itacoatira

Uma das praias mais frequentadas pelos surfistas, e onde também é realizado vários campeonatos de surfe.

 

Com seu mar transparente e areia dourada e fina, é perfeita para aproveitar o dia. É muito comum encontrar as pessoas se divertindo tanto na areia quanto no mar. Além disso, a praia também conta com um ótimo atendimento às pessoas que a frequentam.

Lagoa de Itaipu

A Lagoa de Itaipu tem uma bela paisagem e é perfeita para famílias com crianças. Fazendo parte de uma reserva extrativista marinha, além disso é uma zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Também é possível encontrar muito artesanato. Além disso, conta com um bom atendimento e ótimos restaurantes.

Infelizmente, devido ao assoreamento, a lagoa vem reduzindo de tamanho, mas isso não quer dizer que fique menos bela.

 

A preocupação apenas cresce devido a falta de preocupação com o assoreamento da lagoa.

 

Duração da trilha

O tempo para completar a trilha pode variar, pois cada um pode fazer no seu ritmo, e dependendo do que deseja, como apreciar a vista, ver as plantas, tirar fotos, aproveitar o Platô, o sol, enfim. Tudo depende de cada um.

 

Porém, normalmente, a duração costuma ser de 4 horas, incluindo ida e volta.

Vegetação e aves

 

Os cactos e as bromélias vão fazer parte de sua vista, todas com uma beleza natural encantadora. As aves também não ficam de fora. Aliás, com tanta natureza para se apreciar, os gaviões e os urubus também fazem parte dessa paisagem que é impossível de colocar defeito.

 

Período de visita

Não há um melhor momento para visitar a Pedra do Elefante. Isso quem decide é você. Porém, é preciso ficar atento quanto às tempestades de verão e ao calor forte. Para evitar surpresas, sempre consulte uma fonte meteorológica para saber as condições do tempo e se proteger da melhor forma possível.

Tours

Hoje em dia é possível encontrar diferentes empresas que oferecem guias para fazer a trilha da Pedra do Elefante. Dessa forma, com certeza, você estará muito mais seguro. Principalmente se não conhecer a trilha. Além disso, juntar um grupo de amigos para fazer a trilha é sempre uma ótima saída, pois assim se pode aproveitar o que a natureza e a vista da trilha tem a oferecer.

 

Organizando a sua trilha

Para não ter surpresas, é preciso tomar alguns cuidados. Afinal, para fazer uma trilha, você deve estar preparado. Por isso, sempre leve água. Certifique-se com o seu médico de que você está apto para fazer qualquer tipo de atividade física. Se você já estiver acostumado, sem problemas.

 

Na sua bolsa, também é importante levar protetor solar, boné ou algum chapéu, óculos escuros. Além disso, não se pode esquecer o repelente, pois ele é essencial para quem vai ficar próximo à natureza. Um lanche e medicamentos de primeiros socorros também não podem ficar fora da sua bolsa.

 

Levar um agasalho, uma lanterna e um saco de lixo também é muito importante. Afinal, para continuar a ter uma bela trilha, o local precisa ser mantido limpo. Todos têm que cuidar.

 

As roupas que irá usar também é um fator muito importante. Para qualquer tipo de atividade física, é necessário usar uma roupa própria para sua realização. Portanto, use roupas leves e não se esqueça de utilizar sapatos apropriados para caminhada.

 

A Pedra do Elefante, ou Alto Mourão, é um lugar perfeito para quem deseja passar um dia agradável, ao mesmo tempo que conhece mais a fundo uma das belezas naturais da região Oceânica de Niterói. Para quem achava que Niterói não tem muita coisa a oferecer, ao conhecer a pedra do elefante, com certeza terá uma outra visão da região.

 

Explorando um pouco mais através do turismo ecológico, que cresce cada vez mais nessa região devido à sua extensa área de vegetação, é possível encontrar e conhecer diferentes espécies de plantas e de aves locais. Além de poder tirar belíssimas fotos de cima da Pedra do Elefante.

 

Quem vê a Pedra do Elefante da praia também tem muito a ganhar, uma vez que a pedra tem o formato da cabeça de um elefante, é possível fazer algumas fotos bem interessantes, bonitas e também divertidas para guardar de recordação.

 

Enseada do Bananal

Você já ouviu falar na Enseada do Bananal?

Ainda não? Trata-se de um dos lugares mais bonitos de Itacoatiara, em Niterói.

Não é por acaso que o cenário natural da Enseada do Bananal costuma ser tão contemplado.

Estamos falando do terceiro ponto turístico mais visitado por lá e que costuma encantar os turistas com suas águas claras, de cor predominantemente azul, e sempre muito calma, conferindo grande parte do atrativo do local.

Se você ainda não conhece esse local, é provável que fique muito tentado após a leitura deste capítulo.

Nas próximas linhas, falaremos um pouco mais a respeito dos pontos mais importantes sobre esse local paradisíaco e de tudo que ele pode lhe oferecer.

Veja algumas curiosidades interessantes sobre a Enseada do Bananal

1# – Localização

A Enseada do Bananal tem acesso por Niterói, seguindo pela direção da região oceânica, mais precisamente pela praia de Itacoatiara. A ilha inteira tem aproximadamente 193 km², possuindo um relevo acidentado e montanhoso, tendo o Pico da Pedra d’ Água, de 1031 metros, e o Pico do Papagaio, de 982 metros, como maiores elevações.

As costas da ilha são recortadas por inúmeras penínsulas e enseadas e a do Bananal é uma das principais delas.  A vegetação é muito bonita, formada por mangue, mata atlântica e restinga.

2# – População e um pouco da história

A Enseada do Bananal é uma das pequenas comunidades espalhadas pela ilha e que possui infraestrutura turística.

Sua população caracteriza-se por uma comunidade de pescadores, com forte influência nipônica, e que baseiam suas atividades no turismo, transporte marítimo, pesca e também nos serviços públicos municipais.

As raízes japonesas da localidade podem ser verificadas em alguns estabelecimentos como as antigas fábricas de pescados, que foram montadas pelos japoneses, e que hoje atuam como pousadas.

A comunidade possui uma diversidade cultural interessante e conta com pouco mais de 300 pessoas. Além disso, ela é servida por rede de energia elétrica e também por telefonia celular, que nem sempre funciona de maneira devida.

3# – Praias

A enseada do Bananal conta com diversas praias em seu território. Cada uma delas com atrativos que prometem excelentes opções de lazer para os turistas. Veja algumas delas:

– Praia do Bananal – A principal e uma das mais visitadas dentre as praias da comunidade.

Por lá você poderá curtir, além de um banho de mar, atividades como pesca, canoa ou caiaque, snorkel ou apenas dar uma relaxada na areia.

– Praia do Bananal pequeno – Vizinha da principal, com apenas 500 metros de distância, sendo passagem obrigatória para quem utiliza a trilha que conecta Bananal à Freguesia de Santana. Ao todo são 100 metros de comprimento, com areias com mesclas escuras, águas transparentes e tranquilas, além de vegetação com sombra natural. A praia é semi-deserta e por lá você encontrará apenas um pier e poucas casas.

Para quem gosta de caminhadas, ao fim dessa praia você encontrará uma trilha para a Praia da Baleia, que fica a apenas 200 metros de caminhada. Para quem gosta de caminhar, essas trilhas são excelentes opções, pois elas são de fácil acesso, bem curtas e configuram como boas alternativas também para quem quer aproveitar um pouco mais da natureza.

– Praia da Baleia – A já citada praia da Baleia é um belo recanto que fica a 700 metros da praia principal. Composta por apenas duas faixas de areia, com cerca de 30 metros cada, separadas por alguns rochedos. Apesar do excesso de pedras do loca, existe espaço para quem quer utilizar as águas para se banhar. Elas são bem límpidas e tranquilas e são cercadas pela vegetação com sombra natural. Para quem procura por uma praia deserta é uma ótima opção, pois conta apenas com duas pequenas construções ao redor.

Hospedar-se na Enseada do Bananal e não parar para desfrutar um pouco da paisagem paradisíaca e da paz que esse local traz é algo imperdoável.

– Praia do Matariz – Localizada a pouco mais de 1 km ao Sul da Praia do Bananal, a Praia do Matariz é uma das mais importantes da costa noroeste de Ilha Grande.

Com aproximadamente 300 metros de comprimento, com um riacho em cada extremidade e áreas de manguezal, a praia possui encantadores destaques naturais.

 

4# – Como chegar

Em Niterói, você deverá seguir adiante em direção à região Oceânica, como se estivesse indo para a Praia de Itacoatiara. Ao chegar na praia, você deverá ir para a esquerda , chegando de frente para o Costão. Ao final do asfalto você chegará ao Clube dos Engenhos.

A partir de então, você acessará a trilha num terreno que estará à direita do citado clube.

Se você utilizar o ônibus – deverá pegar a linha 38 – partindo do centro da cidade e levando aproximadamente uma hora para chegar à praia de Itacoatiara.

Também existe a hipótese de você pegar a linha 770 que sairá da praça XV, no Rio de Janeiro, e que leva cerca de duas horas para chegar ao destino final.

5# – Principais atrações

Entre as principais atrações do Bananal estão mesmo o mergulho e a escalada. Em suas água límpidas, onde a poluição definitivamente não chegou, os turistas se divertem e praticam um rapel que costuma ser inesquecível.

A enorme quantidade de rochas e lajes é mesmo ideal para quem gosta de mergulhar e contemplar a natureza.

Para quem é fã de escalada e de rapel, existem diversos campos-escolas já estão ficando bastante famosos em território nacional.

O local já foi alvo da pesca indiscriminada e, por conta disso, já não há um número muito alto de peixes e lagostas como já se viu um dia.

6# – Alguns cuidados

Não precisa se assustar. Não é nada de preocupante, mas algumas coisas que você precisa se alertar para não ser surpreendido.

Leve bastante água, protetor solar e, principalmente, repelente, pois serão muito bem vindos.

Apesar de uma visita a um lugar como esse, no verão, ser sempre bem vinda. Se tiver oportunidade de conhecer no inverno, também não pense duas vezes, pois é o tipo de lugar que é bonito e atrativo o ano inteiro.

 

Parque Estadual da Serra da Tiririca

Para quem ainda não conhece o Parque Estadual da Serra da Tiririca, talvez esteja mais do que na hora de conhecer.

Localizado entre as cidades de Niterói e Maricá, no estado carioca, próximo da capital, o local é considerado uma “reserva mundial da biosfera” pela Organização das Nações Unidas para a Educação.

O parque foi criado pela Lei Estadual 1901, datada de 1991 e que teve como autor Carlos Minc, deputado estadual da época.

Em 2012, um novo Decreto Estadual (43913) ampliou o espaço, incorporando novas ilhas, a Reserva Darcy Ribeiro e o Morro da Peça, passando a contar com um território com total de 3.568 hectares.

Nas próximas linhas, traremos algumas das principais curiosidades a respeito desse território, englobando os mais variados aspectos. Entre eles, estão questões históricas, geográficas, territoriais e muitas outras.

Acompanhe algumas das principais características do parque

 

1. Curiosidade histórica

Em meados do século XIX, a região onde hoje está localizado o parque foi desbravada por nada menos do que o naturalista inglês Charles Darwin. Assim, ela contribuiu de maneira muito efetiva para a concepção da famosa teoria da evolução, fundamentada por ele e que deixou um significativo legado para os estudos das espécies e suas evoluções.

2. Localização e atrativos naturais

Como já adiantamos, o parque está situado entre os municípios de Niterói e Maricá.

O local é composto por um pedaço marinho e outro terrestre, formados por uma cadeia de montanhas que se infiltram no continente na direção sudoeste/nordeste, estando presente nos dois municípios citados no parágrafo anterior e também estabelecendo seus limites pela rodovia RJ-106.

Com a inclusão do Decreto nº 43913, de 29 de outubro de 2012, e também de outro anterior, nº 5079, de 3 de setembro de 2007, o local foi ainda mais ampliado, tornando-se ainda mais rica em recursos naturais. Por lá você encontrará importantes regiões de valor ambiental.

Entre essas regiões, podemos citar a porção marinha e a cadeia montanhosa que dão o nome à unidade e também outras três áreas importantes que compõem a região natural protegida pelo parque. São elas: o Morro das Andorinhas, o Núcleo Restinga e a Duna de Itaipu.

3. Objetivos da criação do parque

Entre os principais objetivos da criação do parque estão:

– Trabalhar visando à manutenção e proteção da biodiversidade e com os recursos genéticos do território;

– Trabalhar para preservar e também conservar o sistema hidrográfico local, além de visar ao favorecimento da recarga natural do lençol freático;

– Incentivar a promoção da sustentabilidade da região para a utilização de recursos naturais, buscando estimular o desenvolvimento integrado do entorno, contando com o auxílio da educação ambiental;

– Auxiliar na estimulação de pesquisas científicas de todo o patrimônio do parque – seja ele cultural, material ou imaterial –, favorecendo um uso sustentável do parque, apenas com intuitos recreativos e da maneira mais adequada e qualificada para a sociedade como um todo;

– Ajudar a diminuir os riscos de erosão na região onde se localiza o parque;

– Colaborar para temperaturas mais amenas na região do parque;

– Auxiliar na proteção das espécies tanto vegetais como animais, na beleza das paisagens naturais, dos monumentos e dos demais atrativos culturais.

4. Algumas das principais opções de passeios

Entre os principais passeios que o parque pode proporcionar, existem algumas atividades que se destacam:

– Passeios pelas trilhas;

– Caminhadas;

– Escaladas.

É possível realizar essas e muitas outras atividades ao ar livre, contanto que não perturbem o ambiente natural do parque. Se obedecer tal condição, grande parte das atividades – desde que dentro da lei, evidentemente – é aceita no interior deste ou qualquer outro parque.

No entanto, é sempre bom frisar que a prática de atividades recreativas e/ou esportivas em áreas naturais estão sempre sujeitas a alguns tipos de acidentes, com maior ou menor grau de periculosidade, dependendo da atividade praticada.

Por isso, é fundamental que o praticante esteja bem capacitado ou acompanhado de profissionais esportivos, antes de qualquer prática mais complexa e que exija uma orientação mais adequada. O parque não se responsabiliza por eventuais danos causados em suas imediações, por conta desse tipo de atividades.

5. Procedimentos para manter uma conduta consciente

Alguns procedimentos são descritos pela diretoria do parque como essenciais para uma boa conduta no local. Veja abaixo alguns deles que você não pode deixar de lembrar quando estiver fazendo uma visitação:

– Utilize somente as trilhas para caminhadas. Atalhos, além de poderem ser perigosos, podem danificar a paisagem local;

– Tenha em mente todas as normas e regulamentos do parque que você está visitando;

– O parque não é local de caça, muito menos de coleta de animais. Portanto, apenas observe-os à distância, respeitando a fauna e a flora da região. Ou seja, sem pescaria e retirada de plantas, pois essas são condutas consideradas ilegais e sujeitas às penalidades expressas em lei;

– Não risque as pedras ou mesmo os troncos das árvores do parque. Mantenha tudo intacto;

– Tome bastante cuidado com o lixo que você produzir. Jogar lixo no chão não é nada educado, ainda mais em um local como esse. Portanto, cuide do lixo que você produzir, somente descartando quando estiver em um ponto de coleta;

– O parque também não é local para fazer fogueiras ou qualquer procedimento semelhante;

– Além disso, é muito importante que, diante de qualquer caso de acidente mais grave, você o comunique prontamente às autoridades locais e à direção do parque;

– É claro que não é o caso de pensar sempre no pior, mas você vai estar em um lugar com muito mato e, consequentemente, sempre sujeito a pequenos acidentes. Por isso, é importante levar alguns produtos de primeiros socorros como esparadrapos e algodões.

6. Pesquisas Científicas

É importante lembrar que o local está plenamente aberto para a realização de pesquisas científicas. Aliás, isso não é exclusividade desse parque, mas em qualquer outra unidade de conservação.

Respaldado pela Lei nº 9.985/2000 que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), a execução de pesquisas científicas nesse tipo de localidade depende apenas de autorização prévia do órgão competente e está sujeita a restrições e condições estabelecidas por ele.

No entanto, é importante frisar que não é o tipo de situação em que os estudos costumam enfrentar grandes problemas.

Óbvio, se sua pesquisa envolver a caça de animais, por exemplo, a questão é outra. Mas, tratando-se de pesquisas padrões, elas são inclusive bem vistas por representar estudos que expandem o conhecimento sobre os diferentes ecossistemas, as relações dos animais com o ambiente e sobre a região.

7# – Endereço e contatos para visitação

Para os interessados em conhecer e desfrutar das belezas e encantos que esse parque proporciona, é importante se atentar aos endereços e contatos. Confira:

– Endereço da Sede: Rua Engenheiro Domingos Barbosa, nº 4, Recanto de Itaipuaçu, em Maricá, no Rio de Janeiro;

– Telefone: (21) 2638 4411;

– Endereços eletrônicos: administrador@parqueserradatiririca.org e falecom@parqueserradatiririca.org;

– Horários para visitação: Para visitação, o público pode ir de terça a domingo, sempre das 8h às 17h. Para visitação em trilhas, das 9h às 17h, procurando o setor administrativo do local.

Para quem for fazer trilhas, é aconselhável que, por questões de segurança, assine o livro de visitantes, encontrado no Posto de Recepção ao Visitante de Itacoatiara (bairro onde o parque está localizado). Para grupos a partir de 10 pessoas, comunicar com 10 dias de antecedência à administração do estabelecimento.

– O núcleo de Itacoatiara fica na Rua das Rosas, nº 24, no bairro de mesmo nome, em Niterói-RJ;

– Telefone (21) 2709 9176.

8# – Como chegar ao local

De automóvel

– Para quem vem do Rio de Janeiro:

O trajeto completo tem aproximadamente 35 km. O caminho começa pela ponte Rio-Niterói, chegando até a cidade sempre seguindo a direção das praias oceânicas. Como falamos, o Posto de Recepção ao visitante fica na Praia de Itacoatiara, nas proximidades do Clube dos Engenheiros.

– Para quem vem de Maricá:

Partindo de Maricá, você deverá trafegar pela Estrada de Itaipuaçu, até o Recanto de Itaipuaçu, por onde é possível obter informações sobre os atrativos na sede administrativa do local (sempre durante a semana). Aos finais de semana, é possível cruzar a serra em direção à Praia de Itacoatiara, onde você encontrará o Posto de Recepção ao Visitante.

De ônibus

– Para quem vem do Centro do Rio de Janeiro:

Para o visitante que estiver vindo do centro da capital carioca, basta pegar a barca Rio-Niterói ou um ônibus intermunicipal e, em seguida, o ônibus nº 38 (para Itaipu), no Terminal Rodoviário de Niterói. A partir daí, você deverá descer em Itaipu e entrar no parque fazendo uso das inúmeras trilhas e demais atrativos do local.

 

10. Parque da cidade de Niterói

Um parque conhecido por seu visual único que engloba praticamente toda a região litorânea de Niterói.

O local e seus arredores

O parque da cidade do Niterói está localizado no bairro de São Francisco de Niterói, mais precisamente no topo do Morro da Viração, a 270 m de altitude. É uma APA (Área de Preservação Ambiental) inaugurada no ano de 1976, um local que pode ser apreciado pela sua beleza natural, o que atrai os aventureiros de matas.

 

Além disso, sua altura do topo é um lugar convidativo para os praticantes do voo livre – há duas pistas para voo livre e parapente, que é uma opção para quem gosta de sentir o gosto da aventura.

 

História do local

Niterói, escrito anteriormente como Nictheroy, significa, no guarani “águas escondidas”.

 

O Parque da Cidade, antes de ser um parque, foi um posto de observação, que, com a sua visão ampla do mar, possibilitava a visão dos navios vindos da Europa, para localizar os inimigos, e assim os índios e/ou os portugueses sinalizavam as fortalezas com fumaça, na baía de Guanabara, para poder preparar os canhões e defender a cidade do Rio de Janeiro.

 

Essa suposta localização privilegiada na baía de Guanabara facilitava o uso da enseada da São Francisco, que fica bem à frente da cidade do Rio de Janeiro. O local era esconderijo secreto de navios inimigos, o que mais tarde ia se tornar o aterro em que fica o Forte Barão do Rio Branco, no bairro de Jurujuba.

 

Pela observação do Parque da Cidade, dá para se notar que, se não fosse pela área aterrada, os navios não conseguiriam se esconder atrás das ilhas e, assim, se livrarem da mira dos canhões das fortalezas principais, que estavam posicionadas na entrada da baía de Guanabara. Ainda assim, nos treinos da Marinha brasileira, é utilizada essa tática de camuflagem, com os navios militares.

 

O ambiente natural do Parque da Cidade de Niterói

 

Recentemente, com as reformas do local, o parque recebeu mais de 10 mil mudas de reflorestamento para a arborização do ambiente original.

 

Como área de preservação ambiental, o parque também teve uma recuperação do solo, que estava degradado, para reconstruir o patrimônio natural da cidade, que há anos foi danificado pela ação dos homens. Os eucaliptos, que estavam no parque, foram retirados, por não ser uma árvore nativa da região. Em seu lugar foram plantadas árvores oriundas da Mata Atlântica, com a intenção de recuperar a flora local.

 

O local possui uma fauna muito rica, com várias aves da região. A Secretaria do Meio-Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade estão trabalhando no planejamento de soltura de animais em recuperação no Centro de Triagem de Animais Silvestres. Além disso, o apoio da Guarda Florestal é um núcleo importante para o combate à caça de animais silvestres.

 

O parque litorâneo

No topo do parque da cidade, é possível avistar de cima uma grande paisagem, como as cidades de Lagoa de Piratininga, Itaipu, São Francisco, Chaíta e até a Baía de Guanabara, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.

 

É uma paisagem que basicamente é o cartão postal do Rio de Janeiro. Mas o visual fica melhor no fim da tarde, quando a paisagem se torna digna de um quadro, especialmente quando o sol fica bem atrás do Cristo Redentor.

 

Portanto, se você for um amante de fotografia, vale a pena ir com a sua máquina fotográfica para registrar o evento, pois ela pode servir como uma bela lembrança da viagem. Mas tome um cuidado com os mosquitos, que aparecem com frequência no local, especialmente no horário do pôr do sol. Leve um repelente para a ocasião.

 

O parque também é um ponto de encontro para os praticantes do voo livre, com duas pistas para asa-delta e parapente. Com uma altura de 270 metros, o topo tem dois pontos de decolagem, uma para a praia de Charitas e outra na praia de Piratininga. Um bom local para quem está atrás de adrenalina na viagem. Com vento forte, as práticas esportivas são emocionantes para os amantes de esportes radicais.

 

O voo de parapente, que é considerado uma das atividades mais emocionantes, sai por volta de R$ 300,00 por pessoa. Nesse caso, convém procurar a administração do parque para realizar a atividade. Se você estiver com uma filmadora para fazer a gravação do voo, você irá também gostar de registrar esse momento como recordação da viagem.

 

Contudo, para o acesso ao parque, é preciso um preparo físico grande, porque há uma enorme subida até o topo, mas o esforço é compensado depois com a vista da cidade.

 

Há outra rota para o local, mais leve, mas que é um pouco mais longa, recomendada para o caso de você ter algum problema de locomoção. Ainda assim, a melhor opção para chegar até o parque é por ônibus. Mas se você preferir arriscar a caminhada até o parque, são 300 metros de estrada até o local.

 

Pontos de parada que valem a pena conhecer

Próximos ao Parque do Niterói, estão locais em que vale a pena passar para relaxar após a longa caminhada até o topo. Um restaurante próximo ao local é o Sierra e Mar, considerado o local favorito dos visitantes para o café da manhã, a R$32,90 por pessoa, sendo seus pães e bolos as suas especialidades. O local é tão frequentado que é recomendado fazer reservas, pois há fila para conseguir uma mesa.

 

Uma outra sugestão de restaurante é o BistrôMac, que fica localizado no MAC, no Mirante da Boa Viagem, no subsolo. Os preços do café da manhã variam de R$ 12,90 a R$ 25,90. Aos domingos, o bufê livre custa R$ 30,00 por pessoa.

 

Para chegar até o local

Não há estacionamentos no local. Isso significa que, por mais que você venha de ônibus pela estrada da São Francisco, irá precisar fazer uma longa caminhada para chegar até o parque. Se for a pé, estar preparado com uma garrafa de água poderá o ajudar, porque a subida é longa e muito inclinada – vai precisar de muita energia para chegar até o topo.

 

De carro:

A subida, se for feita a carro, dura cerca de 5 minutos. O acesso é fácil, pelo tamanho da estrada, que foi criada para comportar veículos e outros meios de transporte. Só há apenas um posto de gasolina, que é o único da região, portanto já tenha preparada uma reserva própria de combustível.

 

De ônibus

Para quem pensa em chegar ao local de ônibus, os que passam nas proximidades são os 38, 38A e 46, todos com partida no Terminal da Estação das Barcas. Para chegar da cidade até o parque, existe a opção de descer do ônibus em São Francisco, na Avenida Presidente Roosevelt, próximo à rua Goitacazes, e caminhar na mesma direção ao parque, na sua estrada larga, que possibilita também o acesso dos automóveis e motocicletas. Um ponto de referência bem conhecida é o posto de gasolina, único do local, que está localizado na subida do Maceió.

 

Seguindo as rotas dos ônibus, pode-se passar pelo Largo da Batalha, com acesso ao parque, com uma subida mais leve, mas longa.

 

A pé:

Se for para uma caminhada no meio da natureza, ir a pé é uma boa pedida, já que são 3.500 metros de distância entre as árvores. O trajeto é feito pela estrada Nossa Senhora de Lourdes, começando pelo bairro do Maceió (no Largo da Batalha). Chegando ao Largo da Batalha, o resto do trajeto é feito a pé, em direção ao Maceió.

 

No início, ainda dá para se ver as casas no trajeto, mas à medida em que se prossegue, as ruas ficam cada vez mais escassas e a vegetação começa a dominar a paisagem do local. Seguindo esse caminho, você acaba chegando à entrada do parque, que é gratuita.

 

Por causa da altitude, é normal sentir um vento meio forte no topo do parque, especialmente no pôr do sol, por isso leve um casaco leve quando for para o topo. Um repelente também é necessário, por causa da presença de mosquitos dentro do local, especialmente no fim da tarde, em que pode aparecer mais insetos no local.

 

O local funciona no horário de manhã à tarde, das 9 até as 18 horas. Não há funcionamento do parque à noite, contudo, os dias em que se tem o horário de verão, o parque encerra o expediente às 19 horas.

 

Simplesmente um lugar especial que deve ser visitado por todos que forem ao Rio de Janeiro, por ser um parque ecológico com anos de existência e de história. Sua riqueza natural é algo que não se pode ser encontrado em outros locais. Por esse motivo, os turistas não resistem a tirar fotos, desde o início do caminho até o topo, onde há vistas que podem ser observadas por lá.

 

Com a presença da fauna e flora local, o parque se torna um local em que os turistas do Brasil e do mundo todo podem conhecer e sentir de perto a natureza.

11. Especial: Praias paradisíacas

Neste capítulo lhe apresentaremos algumas praias paradisíacas e também procuraremos entender o que uma praia precisa para ser paradisíaca. Afinal, tudo é bom se acreditamos que assim o é.

E como cada um de nós, ainda bem, tem sua própria opinião, podemos, por isso mesmo, discutir até chegarmos à melhor das definições para o que deve ser a praia dos sonhos.

Exclusividade

Quase todo mundo adora a exclusividade! Quando pequenos adorávamos estufar o peito e falar sobre algum lugar misterioso que apenas a nossa imaginação poderia explicar e que, por isso mesmo, só a gente conhecia.

Refletindo exatamente esse sentimento, uma praia paradisíaca precisa ter pelo menos alguma parte dela que nós possamos acessar com mais dificuldade e que, por causa disso, torna-se exclusiva aos que não desistem frente alguma dificuldade.

A costa brasileira pode, com certeza, ser considerada abençoada, pois conta com diversas praias nos mais variados recantos e atende a todos os gostos.

Beleza

Sobre beleza, nem se fala! Do norte ao sul do nosso país, uma eleição sobre qual praia seria a mais bela seria bem complicada. Ainda mais que, geralmente, a praia mais bonita na nossa costa sempre será a próxima a ser descoberta. Precisamos recuperar a fome de descobrir o nosso país! Nossas praias são muito democráticas e, por isso, atendem a todos os gostos, desde praias mais tranquilas até as mais frequentadas, várias delas magníficas e paradisíacas.

Higiene

Todos nós, hoje em dia, antes de viajarmos a qualquer praia, devemos verificar no site da companhia ambiental da região desejada se as condições da praia são satisfatórias. Infelizmente, a ignorância tem tomado as boas condições de diversos locais que consideramos paradisíacos.

E quando não é a sujeira industrial, substâncias descarregadas de forma impune em nossa costa, são os usuários dos locais que descartam lixo irregularmente.

 

Duas histórias:

  • Há alguns anos tive a oportunidade de conhecer Copacabana. Pela sua proximidade com os prédios, fica mais difícil que qualquer praia esteja limpa. Não deveria ser essa a realidade, mas quanto mais urbano o ambiente, mais sujo é.

Fomos mergulhar ainda de madrugada, e qual foi o meu susto quando senti algo preso em meus dedos. Levantei a mão e sob a luz da lua vi… uma fralda, nem precisa dizer que fomos para outra praia, que, ainda bem, estava limpa.

 

  • Outra vez tive a chance de conhecer uma cachoeira em Bertioga. Eu era bem criança e me maravilhei com sua beleza e com a água que era bem gelada. Pena que havia por ali diversos pacotes de bolacha jogados no chão e outras porquices que nós recolhemos nos perguntando: que tipo de idiota tenta estragar algo tão inocente e bonito como a nossa natureza?

Esse tipo de experiência deve nos deixar sempre alerta para sabermos aonde estamos indo. Se for para algum lugar com pouca sujeira, como a cachoeira citada, nós até podemos ajudar e limpar, mas no caso da fralda, só pressionando os nossos políticos e exigindo que todo o tipo de mal feito à nossa natureza seja punido exemplarmente.

Diferencial

A praia paradisíaca não vai ser apenas limpa, proporcionar certa exclusividade ou ser bela. Em uma praia paradisíaca, com certeza, teremos características únicas a elas: a água será de uma cor diferente das restantes, a vista proporcionada será única, e por aí vai.

Por causa desse tipo de definição, temos diversas praias belíssimas, mas nem todas podem ser consideradas um paraíso, pelo menos não pela maioria das pessoas.

Afinal, quando saímos de nossas salas congeladas pelo nosso ar condicionado do dia a dia ou quando deixamos as ruas ardentes de nossas cidades de pedra e asfalto de igual ardência, até a praia de fralda tem um pouco de paraíso.

Citamos algumas das qualidades que esperamos em uma praia paradisíaca, e agora este e-book terá o prazer de lhe mostrar algumas delas:

Itacoatiara – Rio de Janeiro

Para muitos, é considerada a praia mais bonita do Rio de Janeiro. Uma grande qualidade dessa praia é o fato de ser delimitada por pedras enormes e contar com vegetação natural da área, isolando a praia da rua.

Tudo isso contribui para um clima especial que nos enfeitiça, com o cheiro e sabor de natureza que penetra nossos olhos e se impregna em nossas almas.

Situada na região de Niterói, Itacoatiara fica em um bairro homônimo, que é bem residencial e conta com casas lindas. Todo o lugar chama atenção pela ausência de prédios. De Itacoatiara podemos chegar na Prainha, que é linda e conta com águas bem calminhas que as crianças adoram, mas que, devido a isso, quase sempre se encontra em sua lotação máxima.

A simpatia dos vendedores e dos moradores do local também é exaltada por diversos turistas, o que com certeza contribui com a beleza desse lugar paradisíaco.

Essa praia, apesar de contar com algumas ondas, pode ser mais indicada para famílias com crianças, pois conta com forte infraestrutura de bares, vendedores e hotéis.

 

Praia do Sossego – Rio de Janeiro

Niterói nos presenteia com diversos momentos de prazer e sossego, e por falar na cidade, não devemos deixar de citar a Praia do Sossego. Essa praia entrega o que promete em seu nome, devido ao seu acesso de maior dificuldade. Conseguimos atingi-la através de Camboinhas ou Piratininga. Devido a sua alta tranquilidade, muitos a usam até hoje para praticar o nudismo. Mas não há nenhuma restrição ou imposição, além daquelas previstas em lei, e você pode manter seu calção ou biquíni, se assim desejar.

Essa bela praia conta com uma areia fofinha e dourada. Seu mar tem quase sempre águas límpidas e esverdeadas. Por seu sossego e dificuldade de acesso, ela é mais procurada por casais e jovens, não conta com infraestrutura de bares e afins, por isso, devemos nos precaver e levarmos nossos mantimentos, além de um saquinho para por nosso lixo, é claro.

Não podemos deixar de falar sobre sua beleza, que parece ter inspirado filmes como a Lagoa Azul e cia.

Por isso, se a bagunça da cidade o atormenta, venha a Niterói e conheça o Sossego em pessoa, ou melhor, em praia, a paradisíaca Praia do Sossego.

Praia do Forte Imbuí – Rio de Janeiro

É uma praia belíssima e conta com uma exclusividade de certa forma injusta. O exército a controla, e dessa forma dependemos de autorização para acessá-la. Antigamente, apenas os militares que pagassem 500 reais ao ano podiam ter acesso. Mas vamos às coisas boas.

Essa praia, como o próprio nome diz, conta com um forte que inicialmente fora batizado de Dom Pedro II. Sua construção data de 1863. O Forte Imbui possui canhões que já defenderam a nossa costa contra invasores, mas que hoje em dia não funcionam mais.

Outra denominação para a Praia do Forte Imbui é simplesmente Praia do Forte. Ela conta com quase um quilômetro de praia, o famoso Morro de Ourives e pela ponta do Zé Mudongo.

Seu acesso controlado gerou o bom fruto da conservação. Essa área conta com vegetação e praia quase que intactas, uma qualidade e beleza que saltará aos olhos de qualquer felizardo que consiga acessá-la.

Esperamos que a entrada não seja mais tão restrita e não beneficie apenas militares, porque o acesso a esse tipo de benesse deve ser democrático. Ou libera-se, mesmo que com certo controle, ou proíbe-se de vez e não se fala mais nisso. Só não pode acontecer de apenas alguns “felizardos” conseguirem acessar a praia devido ao brasileiríssimo QI (“Quem Indica”).

E se não bastasse toda a sua beleza e preservação, ainda podemos nos maravilhar com uma belíssima vista panorâmica de belezas clássicas do Rio de Janeiro, como a Pedra da Gávea, o Cristo Redentor e, por último, mas não menos importante, o Pão de Açúcar.

Essas três praias com certeza oferecem tudo o que podemos esperar de uma praia paradisíaca. E se você ainda não teve a felicidade de conhecê-las, não perca tempo! Poderia passar o resto da minha vida escrevendo sobre as qualidades delas e ainda não chegaria perto de demonstrar toda a sua beleza, por isso, nada melhor que vivenciá-la e fotografar mentalmente todo o show que só a natureza poderia dar à Niterói.

A preservação desses locais também é elogiável atualmente, e podemos utilizá-los com tranquilidade e consciência limpa.

Praias paradisíacas são encontradas em diversos lugares do mundo, e todos vão tentar valorizar aquelas que lhe forem mais simpáticas, mas as praias de Niterói, em especial as três acima citadas, contam com a particularidade de não se encontrarem exatamente isoladas da humanidade.

Isso ocorre com frequência mundo afora. Mas essas praias, pelo contrário, estão muito próximas de todo o barulho e poluição que tanto nos incomodam, mas ainda assim, não são atingidas por esses males e demonstram em toda a sua qualidade que talvez estejamos realmente a dois passos do paraíso, mesmo sem nos dar conta disso.

Não percebemos que todo o esplendor e saúde que a natureza nos propõe está muito mais próximo do que você imagina. E que precisamos de pouquíssimo esforço e tempo para encontrarmos lugares que farão parte de nossas almas, talvez, para sempre.

Dessa forma não podemos desistir de tentar conhecer o próximo paraíso. Aquele que se encontra logo ali após os entraves de nossa procrastinação.

 

12. Conclusão

 

Neste e-book foi possível conhecer um pouco sobre a Região Oceânica de Niterói. Para conhecer melhor, só existe um jeito: indo! A intenção deste e-book é mostrar as belezas da Região Oceânica de Niterói e atiçar a curiosidade de quem nunca foi, para que passe, assim, a conhecer. E também, é claro, ensinar como se chega às praias e parques paradisíacos.

 

O melhor testamento para este e-book é se o leitor decidir conhecer as belezas de Niterói além do MAC do Niemeyer, ou da praia poluída de Icaraí, e ir para a Região Oceânica, conhecer um lugar que seus amigos e familiares não devem conhecer!

Lendo o e-book, é possível perceber que a Região Oceânica de Niterói possui várias belezas ainda desconhecidas, e muitos lugares novos para se conhecer. É uma região muito bela, sossegada, perfeita para uma manhã com a família, uma noite com os amigos ou um dia de surf. São praias multifacetadas, que abrigam todo o tipo de gente.

Apesar de ser apenas do outro lado da Baía de Guanabara, Niterói, e principalmente sua Região Oceânica, é longe o suficiente do Rio de Janeiro para evitar um grande número de turistas. Assim, as praias paradisíacas sempre possuem um certo ar de “essa praia é só minha”. Com as informações dadas nos capítulos, agora você sabe chegar a diversos lugares que antes nem sabia que existia, e conhecer coisas incríveis.

Apesar das dificuldades que possam aparecer no caminho, o objetivo desse e-book foi mostrar que a Região Oceânica de Niterói é cheia de riquezas naturais que valem a pena ser exploradas e, mesmo às vezes sendo um pouco difícil chegar aos lugares, o caminho faz parte da aventura, do descobrimento e, muitas vezes, também da beleza.

Também é possível se hospedar em alguma pousada na esquina da praia, ter umas férias sossegadas, bonitas e muito agradáveis, sem precisar se locomover muito todo dia. Niterói, apesar de ser uma cidade grande, pode parecer, por vezes, um vilarejo praiano.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre algumas praias e parques da Região Oceânica de Niterói, só resta uma coisa: ir! Faça a mala, arrume a mochila, recarregue o Bilhete Único, e vá conhecer as maravilhas da Região Oceânica de Niterói. Em vez de pegar aquele engarrafamento para ir para a Região dos Lagos, passe seu feriado em Niterói: mais perto, mais barato, mais sossegado.

 

13. Referências

 

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NITERÓI – Praia de Piratininga, das mais belas de Nikiti

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Parque da Cidade

Parque da Cidade de Niterói: a melhor vista dos principais pontos do Rio de Janeiro

 

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Praias de Niterói

Tipos de caminhadas em trilha

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Parque Estadual da Serra da Tiririca será ampliado

Trilha Morro das Andorinhas

Explore: Morro das Andorinhas

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Trilha Pedra do Elefante

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Parque da Cidade de Niterói: a melhor vista dos principais pontos do Rio de Janeiro

Parque da Cidade

http://extra.globo.com/noticias/rio/verao/parque-da-cidade-em-niteroi-atracao-do-cafe-da-manha-ao-por-do-sol-14972162.html

http://casalsoviagem.com/parque-da-cidade-niteroi/

http://www.niteroiparapentes.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=109&Itemid=146

http://deixadefrescura.com/2013/04/niteroi-parque-da-cidade-por-do-sol-fotos.html

http://www.inea.rj.gov.br/Portal/Agendas/BIODIVERSIDADEEAREASPROTEGIDAS/UnidadesdeConservacao/INEA_008600#/PesquisasCient%C3%ADficas

https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Estadual_da_Serra_da_Tiririca

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